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SIMPÓSIO 2 MESA 3 PALESTRANTE 2


PROF DR HENRY DE HOLANDA CAMPOS


lítica de Estado, como ela vem se consagrando, ensino ‑aprendizagem e novos conceitos, como
para educação nas profssões de saúde. profssionalismo e o papel balizador da avalia‑
A primeira consequência foi que esse pro‑ ção, passavam a entrar também no dia a dia das
cesso deveria ser coordenado pelo órgão ofcial instituições. No início, eram 16 universidades
de avaliação do sistema educacional brasileiro. discutindo esse processo. Optamos por traba‑
Não sei se todos sabem, mas o Brasil tem hoje lhar com o conceito de matriz, defnindo o per‑
o maior sistema de avaliação educacional do fl do profssional, o conjunto de competências
mundo, que é o INEP (Instituto Nacional de que esse profssional deveria ter, mas que ao
Estudos e Pesquisas), que realiza mais de 17 mi‑ mesmo fosse também orientador, defnindo ob‑
lhões de provas por ano nos mais diferentes ce‑ jetivos de aprendizagem e objetivos institucio‑
nários. O arcabouço para construir esse proces‑ nais. É importante lembrar que em momento
so de revalidação vem de um momento em que nenhum se pretendeu preconizar um currículo
se materializavam as diretrizes curriculares mínimo ou um currículo nacional – o conceito
nacionais dos cursos de Medicina pela primeira de matriz é bem diferente do conceito de cur‑
vez, e surgiu um novo paradigma para o modelo rículo – mas nós tínhamos como referência as
de formação médica. Havia no País uma grande diretrizes curriculares tradicionais e a própria
mobilização para transformações curriculares; LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação
como consequência, novas concepções sobre as Nacional), principalmente no que diz respei‑
práticas acadêmicas, refexões sobre o processo to à fexibilização. Nós optamos por ter poucas



Nacionalidade do Candidado
Percentual
Inscritos Participantes Aprovados
País de aprovação
2011 2012 2013 2011 2012 2013 2011 2012 2013 2011 2012 2013
Brasil 393 560 938 297 498 829 31 42 50 10,44 8,43 6,03
Bolívia 119 156 467 101 136 438 04 10 22 3,96 7,35 5,02
Peru 46 39 110 39 30 106 03 05 06 7,69 16,67 5,66
Colômbia 22 30 69 22 27 58 06 03 08 27,27 11,11 13,79
Argentina 20 10 35 15 10 26 06 02 06 40 20 23,08
Paraguai 04 12 23 04 09 21 – 01 04 0 11,11 19,05
Cuba 16 16 18 14 13 18 03 04 01 21,43 30,77 5,56
Uruguai 08 05 15 03 05 13 – 01 01 – 20 7,69
Venezuela 07 11 12 07 11 12 03 03 02 42,86 27,27 16,67
Equador 03 04 12 03 04 09 03 01 – 100 25 0
Portugal – 05 10 – 05 09 – 01 03 – 20 33,33
Diversos 39 36 64 31 34 56 06 04 06 19,35 11,76 10,71

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