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SIMPÓSIO 3 MESA 2 PALESTRANTE 1


DR PAULO HENRIQUE DANTAS ANTONINO


fnanciado as inovações e promovido a interação no próprio Into, no Rio de Janeiro. As PDPs têm,
entre empresa e universidade. Tentando buscar então, uma lista de produtos que são prioritá­
sempre a relação de ganha ­ganha. rios. E a lista é bem extensa.
Um exemplo de investimento direto do Não poderia deixar de mencionar uma po­
Ministério da Saúde, mais relacionado com lítica nacional do direito das pessoas com def­
OPMEs, é um laboratório de ensaios de próte­ ciência, o Plano Viver Sem Limite, instituído por
ses na Universidade Federal de Santa Catari­ decreto. A Secretaria de Atenção à Saúde tem um
na (UFSC), coordenado pelo Prof. Dr. Rodrigo comitê de trabalho que discute a questão de órte­
Roesler, e que contou com fnanciamento do Mi­ se e prótese: avaliação, uso de normas, possíveis
nistério. É um laboratório que tem também uma incorporações na Comissão Nacional de Incor­
parceria com a ANVISA para envio de ensaios de poração de Tecnologias no SUS (CONITEC). Há
relatórios de produto. Há uma cooperação em uma agenda tecnológica sendo desenvolvida já
desenvolvimento entre o Instituto Nacional de em fase de fnalização em parceria com o MDIC e
Traumatologia a Ortopedia (Into) e essa insti­ o MCTI, a Agência Brasileira de Desenvolvimen­
tuição, para montar um laboratório semelhante to Industrial (ABDI) e a Controladoria e Ouvido­



Política Industrial × Sistema de Inovação em Saúde


Universidade/
Instituição Pesquisa



Indústria
Equipamento Indústria Indústria
Médico-Hospitalares Farmacêutica Biotecnológica



Assoc. Profssionais Regulação
Escolas Médicas (F.D.A, etc)



Saúde Assistência
Pública Médica

Fluxo Intenso
Fluxo Fraco/Médio
Bem-Estar


FONTE: EDUARDO DA MOTTA E ALBUQUERQUE, ELABORAÇÃO, A PARTIR DE
CORDEIRO (1980) E GELIJNS E ROSENBERG (1995)
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