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SIMPÓSIO 3 MESA 1 PALESTRANTE 2


PROF DR JOSÉ FERNANDO PEREZ


É interessante, porque mostra um pouco verdadeira, inclusive na ANVISA. A nossa relação
que nós estamos sendo muito bem acolhidos, há com a ANVISA é até muito boa. Só para dar um
o reconhecimento da importância estratégica. exemplo, para cada teste clínico temos de impor­
Com o teste clínico de tumor de ovário, consegui­ tar essa droga que produzimos no exterior com
mos uma designação de “Orphan Drug Designa­ recursos nossos, pois as normas foram feitas pen­
tion” do FDA. Os resultados foram promissores, sando que só multinacionais iriam importá ­las.
embora haja um problema sério com relação à Eu falei: “Não vou importar para um teste clínico,
quantidade de pacientes sufcientes para condu­ vou importar para um programa de testes clínicos,
zir esse teste, por isso estamos optando agora por sendo que alguns não estão ainda nem desenha­
tumor de mama. É uma curva de aprendizado, dos. Vai depender do que vai acontecer, o segundo
um processo lento, realmente o tempo de matu­ depende do primeiro e assim por diante”. Aí não
ração do investimento é maior, mas estamos sa­ poderíamos importar. Então argumentei: “Não
tisfeitos porque a empresa continua fnanciada, é possível, eu não posso fcar estocando a minha
há um interesse em novos investimentos a serem droga que produzi no exterior. Eu não sou uma
feitos, os projetos estão em andamento... multinacional que importa conforme necessita”.
Há uma série de problemas regulatórios com Eles quiseram saber o que é correto, como
que temos de lidar, mas a mudança da cultura é fazíamos o controle de rastreabilidade da droga


Mapa dos centros participantes
































FONTE: WHO, WORLD HEALTH STATISTICS, 2013
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